Resenha: A Rainha Vermelha

A Rainha Vermelha (1)

Olá pessoal, quanto tempo! 😀
2015 foi um péssimo ano pra mim em relação a leitura. Infelizmente, dos poucos livros que li, a maioria foi apenas ‘legal’. Um desses livros foi A Rainha Vermelha, que, apesar de ter levado 4 estrelas, passou longe de entrar pros meus favoritos.
De uma hora pra outra todo mundo começou a falar desse livro e, como eu amo distopias, decidi comprar. Muita gente já havia comparado A Rainha Vermelha com Jogos Vorazes e A Seleção, o que não agradou muito a autora, mas as comparações são inevitáveis, sério. SÉRIO. Não que isso seja uma coisa ruim, afinal, eu amo Jogos Vorazes e até achei A Seleção legal (só li o primeiro!) mas acaba ficando cansativo e chato ler histórias tão parecidas. Apesar disso, esse livro traz algumas novidades, que eu não tinha lido em nenhuma outra distopia. Mas vamos a história:

Mare Barrow é uma jovem que vive em um país chamado Norta, num pobre vilarejo chamado Palafitas. Nesse mundo, a sociedade é dividida de acordo com o sangue entre: os de sangue vermelho e os de sangue prateado. Os Vermelhos são os pobres, a ralé, os trabalhadores, a galera do Distritos se estivéssemos falando de Jogos Vorazes. Já os Prateados são a elite, os ricos que, além disso, tem poderes. Os pais da Mare já estão velhos, a irmã mais nova dela trabalha, os 3 irmãos mais velhos estão na guerra (uma guerra que Norta em travada com o país vizinho) e ela… bem, a única coisa que ela é boa é em roubar. Por não ter trabalho, ela está apenas esperando fazer idade pra ir pra guerra também. Até que um dia ela acaba conseguindo trabalho no palácio como uma das inúmeras servas da Família Real e pra piorar tudo, acaba descobrindo que tem poderes, apesar de ser uma Vermelha. E ela descobre esse poder no pior momento possível pois, mais do que nunca, os Prateados estão com ódio dos Vermelhos por causa de um grupo rebelde Vermelho chamado a Guarda Escarlate. Ela tenta fugir mas acaba sendo capturada e se vê obrigada a viver no palácio, fingindo ser algo que ela mais odeia, uma Prateada.

Bom, essa é a história. Muita gente falou do final imprevisível mas sinceramente não achei essas coisas. Descobri o que ia acontecer umas 40 páginas antes e nem sou tão boa investigadora assim HAUHAUH. Além disso, não consegui me apegar a nenhum personagem, muito menos no romance, ou, na tentativa de romance. Se os personagens não tivessem nomes eu diria que estava lendo uma aventura da Katniss (embora a Mare algumas vezes agisse mais como Gale do que como Katniss) num ambiente de A Seleção com personagens de Game of Thrones HUAHEU.

Então é isso, foi divertido ler, a narrativa é legal mas mesmo com as novidades, ao meu ver, as coisas repetidas acabaram pesando mais. Mas, talvez eu esteja até sendo um pouco injusta, afinal, esse foi apenas o primeiro livro, vamos aguardar pra ver o que mais vem por aí! 😉

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