Resenha: Drácula

 

Bom, primeiramente, gostaria de registrar que Drácula foi um dos livros mais legais que já li. Eu imaginei que gostaria da história mas não tanto assim!  É difícil escrever sobre sem soltar spoiler mas vou tentar. Eu sei que sempre falo isso mas é realmente difícil e não sou muito boa com as palavras. O que mais me chamou a atenção e me fez amar a história foi o fato dela ter sido Imagenarrada por vários personagens através de suas entradas em diários, relatos cotidianos, cartas, bilhetes, telegramas, matérias de jornais e etc. Isso também acaba dando um certo ar de realidade à história.

O livro começa com Jonathan Harker, um jovem advogado que está partindo em uma viagem de negócios para a Transilvânia, mais precisamente, para o castelo do Conde Drácula. Sua ida é conturbada, no meio do caminho ele encontra algumas pessoas que tentam convencê-lo a desistir dessa viagem mas ele não dá importância (afinal Romeno é um povo muito supersticioso), prossegue e finalmente chega ao sombrio castelo situado no alto de um penhasco, onde é recebido pelo próprio Conde. Passados alguns dias, Jonathan percebe que não há mais ninguém no castelo além dele e do Conde Drácula e isso, juntamente com uma série de coisas estranhas que ele presencia, o assusta e ele percebe que se tornou um prisioneiro naquele gigantesco castelo.

A próxima personagem que conhecemos é Mina Murray, a noiva de Jonathan que já havia sido citada por ele em seus relatos. Ela troca algumas cartas com sua amiga Lucy e decide visitá-la. Lucy, que é sonâmbula, adoece gravemente e um médico amigo da família é chamado para ajudá-la. Dr Seward porém não consegue identificar a enfermidade, não entendendo como a moça poderia perder tanto sangue durante a noite e sem deixar nenhum vestígio. Temendo pela vida da jovem, ele decide chamar seu antigo professor, o Dr. Van Helsing que logo identifica o problema de Lucy (Nosferatu!!) e tenta ajudá-la de todas as formas possíveis.

Por fim, um triste evento faz com que todos os personagens se encontrem e juntos, eles acabam formando uma aliança que tem como objetivo a caçada ao Conde Drácula.

Como eu já havia falado, todos os personagens tem voz na história a não ser o próprio Conde, o que faz com que a gente saiba muito pouco sobre ele. Isso o coloca em desvantagem se compararmos com, por exemplo, Frankenstein (um outro clássico do horror). O monstro de Mary Shelley narra grande parte de sua história e, mesmo fazendo muitas atrocidades, como matar criancinhas indefesas, ele tem voz e por isso consegue se justificar, o que acaba deixando a gente com pena. No caso de Drácula, a história é diferente, todas as opiniões sobre ele são negativas e nosso ódio por ele vai crescendo a cada capítulo o que me fez concluir que: eu odeio e tenho medo de vampiros!

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Onde comprar: Livrarias Curitiba, Livraria Cultura

Happy (belated) St. Patrick’s Day!

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Olá! Como vão? Sei que já faz algum tempo que não posto nada mas é que andei um pouco desanimada e com isso as leituras atrasaram e, pra piorar mais ainda a situação, perdi o pouco de criatividade que ainda me restava. (Drama Queen!)
Bom, na verdade eu até tive algumas idéias mas conseguir tirar tudo da minha cabeça e adaptar num post estava sendo complicado demais pra mim, haha!
Mas vamos ao que interessa, no mês de Março foi comemorado o St. Patrick’s Day, um feriado irlandês mas que é comemorado em diversas partes do mundo. Quem me conhece sabe o quão apaixonada pela Irlanda eu sou e logo pensei em falar um pouco sobre alguns escritores irlandeses. Então, com meses de atraso:

Os Mais Famosos Escritores Irlandeses!

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Cecelia Ahern: Bom, pra ser sincera, ainda não li nada dela mas com certeza todos já a conhecem ou pelo menos já ouviram falar. Nascida em Dublin, já publicou 5 romances além de alguns contos. Seus livros já ultrapassaram a marca de seis milhões de vendas e foram traduzidos em mais de 45 línguas. Seu maior sucesso é seu primeiro romance, publicado em 2004, PS, Eu Te Amo, que foi adaptado para o cinema em 2007.

Curiosidade: sua irmã mais velha é casada com Nicky Byrne da banda Westlife (saudades adolescência rs).

Marian Keyes: nascida em Limerick, a rainha do Chick Lit já vendeu mais de 22 milhões de 77exemplares no mundo todo. Após uma luta contra o alcoolismo e até uma tentativa de suicídio, alcançou sucesso como escritora. Seu primeiro livro, Melancia (que conta a história de Claire Walsh [amo <3], uma mulher que foi abandonada pelo marido ainda no hospital logo após o nascimento de sua primeira filha e que, devido às circunstâncias, inicia uma divertida jornada rumo à Irlanda, de volta para a casa de seus pais), foi lançado em 1995 e continua agradando ao público tanto feminino quanto masculino. De seus 16 livros lançados, 11 foram publicados no Brasil.

Curiosidade: Marian é formada em Direito pela Universidade de Dublin, contudo, nunca exerceu a profissão.

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Bram Stoker: Abraham “Bram” Stoker, nascido em Dublin, foi um romancista, poeta e contista. Sua obra mais conhecida é o romance gótico chamado Drácula (que inclusive estou lendo agora e amaaaando!), publicado em 26 de maio de 1897. Antes de escrever Drácula, Stoker passou vários anos pesquisando folclore europeu e as histórias mitológicas dos vampiros.

Curiosidade: Sua esposa foi Florence Balcombe, cujo ex-pretendente foi Oscar Wilde.

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Oscar Wilde: Oscar Fingal O’Flahertie Wills Wilde nasceu em Dublin em 1854 e é considerado um dos grandes escritores irlandeses do século XIX. A partir de 1892 começa a ter sucesso com algumas obras publicadas, hoje clássicos da dramaturgia britânica. Um de seus maiores sucessos foi o livro O Retrato de Dorian Gray (que pretendo ler em breve!), seu único romance.

Curiosidade: Foi preso após se assumir homossexual. Denunciado pelo pai de um de seus amantes, foi condenado a dois anos de prisão com trabalhos forçados por “atos imorais com diversos rapazes”.

C. S. Lewis: Bom, resolvi deixar ele por último primeiro por ser um dos meus autores preferidos e depois, por ele ser da large (4)Irlanda do Norte (nação constituinte do Reino Unido). Vamos fingir por um momento que a Irlanda não é dividida e considerá-lo apenas como irlandês, rs. Sir Clive Staples Lewis nasceu em Belfast e foi um professor universitário, teólogo, poeta e escritor mais conhecido pela famosa série de livros infanto-juvenis As Crônicas de Nárnia (For Aslam and for Narniaaaaa!). Seus livros foram lidos pelos seis últimos presidentes americanos, e muitos de seus pensamentos foram citados em seus discursos.

Curiosidade: Lewis e Tolkien foram grandes amigos durante décadas, até a morte de Lewis (em 1963, aos 64 anos, quase dez anos antes da morte do próprio Tolkien), e essa amizade foi explorada no livro O Dom da Amizade: Tolkien e C. S. Lewis. De fato, O Senhor dos Anéis provavelmente não existiria sem os conselhos e o incentivo de Lewis, que foi o primeiro a ouvir a história; Tolkien jamais deixou de admirar a grande inteligência e criatividade de Lewis, e vice-versa.

Fonte: Wikipedia 

Imagens: WeHeartit